22 maio 2014

Resenha : A seleção.

  Oi amoras!
  Depois de tanto tempo sem resenhar,estou aqui mais uma vez.
  Bom,A seleção...(suspiros,suspiros,suspiros)
  Eu conheci A seleção mais ou menos no começo do ano passado,mas,só adquiri meu exemplar em Maio/Abril.
  A princípio o que me chamou atenção foi o subtítulo "Trinta e cinco garotas e uma coroa".Cara,quero deixar claro meu amor por monarquia e esse clima princesônico.Sempre fui alucinada.Outro ponto bem marcante foi justamente a capa,que por sinal é linda.Eu peguei pra ler em pdf mesmo e terminei tudo em um só dia.Nunca tinha lido um livro tão rápido na minha vida.Colei minha bunda no sofá a tarde e só sai a noite.Nem vou mencionar que no outro dia assim que acordei fui direto na Saraiva comprar tanto A seleção,quanto A elite que tinha acabado de lançar.
  Dadas as minhas "breves" explicações,vamos falar de A seleção.
  

  "Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar."

  Como está escrito na sinopse,trata-se de um tema distópico,ou seja,futurístico/pós guerra/after tiro,porrada e bomba.E o livro nos apresenta a Illéa que é uma nação nova que está instalada onde era a América do Norte : Canadá e Estados Unidos.
  O livro começa com a América recebendo a carta para participar da Seleção.Ela entra em desespero pois não quer de jeito nenhum se enfiar em um concurso para disputar o coração do príncipe Maxon,porque,o coração dela já tem dono(credo meu deus,eu disse isso mesmo?).
  Logo,a América vai nos colocando á par das situações políticas e econômicas do país: contando como funcionam as castas,explicando um pouco sobre os rebeldes que são grupos que fazem protestos e rebeliões tanto contra a população,quanto a monarquia(outro motivo para não querer participar da Seleção).
  A América entra em conflito com a sua mãe pelo fato dela não querer participar da Seleção,rola umas tretas entre as duas e a América vai pedir a opinião do seu namoradinho,Aspen.Ao contrário do que a América pensava,o Aspen fala que ela deve sim  participar da Seleção e que ele não iria se conformar se ela perdesse essa oportunidade por causa dele.Ela um tanto influenciada pela mãe e pelo namorado,se inscreve.Uma semana antes de fazer o anúncio das Selecionadas,uma coisa inesperada acontece. O Aspen chatinho sem mais nem menos,simplesmente termina com a América,diz que não vai dar certo e blá blá blá.A menina fica despedaçada,sem chão,sem rumo e pra completar,é selecionada.
  Então ela começa a encarar A seleção como uma válvula de escape da realidade.Mesmo que ela não se interessasse pelo Maxon,pelo menos estaria indo para se distrair e ajudar sua família (porque ao participar da Seleção,seus familiares recebem um cheque toda semana só pela sua estadia no palácio).

 "Pensei que seria bom deixar claro desde o princípio que não tinha nascido para ser princesa." Página 82

  Ela vai para o palácio junto com as 34 garotas,logo na primeira noite já conhece o Maxon e é uma cena muito "Ai meu deus,Ai meu deus,Ai meu deus !".
  Vai surgir uma amizade ai,mesmo ela deixando claro que ainda ama o Aspen.Mas como a gente gosta do que é difícil,o Maxon em vez de se interessar pelas 34 garotas que fariam qualquer coisa por ele,adivinha por quem ele se interessa ? Se a sua resposta foi América Singer,você acertou.Mas claro que com o desenrolar de tudo acaba se tornando um sentimento recíproco.

" Maxon Schreave é a síntese de todas as coisas boas.Será um rei fenomenal.Ele deixa garotas que deveriam usar vestido saírem por aí com calça jeans e não se zanga quando alguém que não o conhece o julga de maneira completamente errada.Quem se casar com ele será uma mulher de sorte.E não importa o que me acontecer,será uma honra ser sua súdita" Página 272

  Esse livro me desestrutura de diversas maneiras.Nem vou falar que é lindo/maravilhoso e todos esses adjetivos clichês porque,não seriam suficientes.
  Bom... essa foi a resenha de hoje.Vou tentar resenhar A elite e A escolha nas próximas semanas,apesar que A escolha vou ter que fazer em vídeo para poder expressar tudo que eu sinto em relação ao desfecho da trilogia.

  Xoxo

  Marcella Freitas

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