20 novembro 2014

Bem- vinda, possibilidade

Oi, pessoas!
Hoje vim falar sobre um acontecimento meio cômico, meio trágico que aconteceu na minha vida e de uma amiga muito feia, que mexeu muito comigo. Eu já devia ter feito esse post mas a preguiça e a falta de tempo não tem me ajudado. Enfim, vamos ao textinho de hoje!
Minha amiga e eu estávamos na casa dela vendo um filme (Sexo sem compromisso, com o lindo Ashley Kutcher, de acordo com minha amiga haha), quando começou uma puta de uma chuva monstra que alagou a casa dela quase toda.
Resumindo nosso dia: A casa caiu.
Acho que é meio óbvio para quem já leu algum dos meus textos que eu carrego um tantinho de negatividade e foi assim a maior parte da minha vida mas depois desse episódio, algumas coisas mudaram e não só porque eu fiquei lá para ajudar minha amiga a arrumar tudo e deu um puta trabalhão mas porque em nenhum momento ela pareceu estar triste ou desesperada. Na verdade a gente se divertiu a beça, rimos até a barriga doer, conversamos sobre todos os assuntos possíveis (falamos mal de um monte de gente u.u), nos cansamos bastante e depois comemos pizza.
Foi um dos dias mais longos que já tive e ao mesmo tempo um dos mais maravilhosos porque eu nunca havia me sentido tão bem, viva e feliz. Ainda não consegui entender exatamente o por que de eu estar me sentindo tão bem mas a verdade é que de tudo que já tentei fazer para ser feliz(e com certeza foram muitas coisas), acho que nunca havia tentado deixar as coisas acontecerem, deixar que coisas simples me preenchessem de modo a fazerem eu me sentir bem e confiante porque sempre que eu chegava perto de alcançar essa tal felicidade, eu recuava porque tinha medo de tudo isso que as pessoas dizem e criam, como se a felicidade fosse algo muito grande, especial, impraticável e inatingível mas a felicidade não é isso.
A gente sente é um vazio enorme e é normal, eu sinto, você e todas as outras pessoas do mundo mas ficar pensando nisso e acreditar que mais nada vai te fazer feliz é, no mínimo, estupidez. Você vai ver, vai encontrar a felicidade no momento mais inusitado, nas coisas mais inusitadas, só precisa ter paciência e se esforçar. Porque você vai conhecer pessoas novas que vão te fazer feliz e você vai se sentir realizada. Isso só parece muito distante agora, mas não significa que não vá acontecer
Não é preciso conseguir pensar assim, só precisamos fazer. E aos poucos as coisas vão se encaixar. Ninguém nasce sabendo o que quer, sabendo o caminho da felicidade, todo mundo passa por problemas semelhantes aos nossos e se todo mundo aprende a superar esses problemas, vocês também podem, eu sei.
Você pode passar a vida reclamando de como tudo é difícil e sobre como é injusto ter que fazer coisas que não te interessam ou pode fazer algo para mudar isso, alcançar seus sonhos e objetivos e poder ser muito feliz... Acho que não tem nem muito no que pensar, né!?
É isso. Eu acredito, novamente, na felicidade, me julguem.
Espero que os leitores tenham entendido que minha intenção não foi a de expor um alguém mas sim mostrar como encarei um acontecimento e como um fato simples pode mudar o nosso modo de ver as coisas. Não que depois disso eu tenha estado 100% feliz todo o tempo mas eu não tenho mais medo e acho que isso é o que realmente importa.
Sei que esse texto ficou meio whatever, mas está valendo.


Essas coisas que acontecem
Assim, sem motivo, sem sentido
A gente está só indo e de repente
Só rindo

Nessas andanças de criança
A gente encontra quem dance conosco nossa ciranda
Para deixar de ser louco sozinho
Deixar de ser só para o mundo

Isso tudo me anima
Me leva a pensar nas possibilidades
O saber dos fatos
O encarar dos atos

A vida que eu levo
Ninguém quer saber
Porque a felicidade que eu levo
Incomoda os corações áridos
Pálidos

Sou dessas que some, que viaja e volta num mesmo segundo
Sou desses que permanece, que fica e fica até o sol se pôr
História encantada
Permanece intacta aos olhos tristes-pagãos

Num suspiro límpio
Num chorar pulsante
A gente canta os prantos do nosso desespero
A gente chora os passos desse caminho triste

Com passos falhos, trôpegos
Subimos montanhas como quem sobe uma escadaria qualquer
Hoje eu ando
Amanhã corro pela relva pinicante das tuas florestas

Adios, amigos!

                                                                                                                      Esther Lisboa

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