24 abril 2015

Devíamos ser aplaudidos de pé

 Nós vencemos o mundo.
O vencemos quando levantamos cedo de manhã para ir ao trabalho ou à escola. Quando pegamos ônibus lotado ou o trânsito caótico. Quando passamos o dia todo sem comer quase nada por falta de tempo ou de dinheiro. Quando fazemos coisas que não queremos mas que são necessárias (infelizmente).
Somos fortes
Por vermos um mundo destruído e não desistirmos dele mesmo assim. Por lutarmos  pelas pequenas coisas boas da vida, por não nos rendermos à preguiça (pelo menos, não sempre huehue). Por lidar com as inconstâncias do tempo, das pessoas, da vida. Por querermos mais, mesmo que as pessoas nos digam que já temos o suficiente.
Somos espertos.
Quando tentamos ser otimistas e quando somos realistas. Quando não escutamos as desmotivações das outras pessoas ou mesmo as opiniões desnecessárias a nossa vida. Quando reservamos um tempo para fazermos algo que gostamos (para ficar extremamente alegre e satisfeito). Quando respeitamos nossos limites mesmo que os outros insistem em dizer que ''podemos mais''.
Somos incríveis
Por lidarmos com os preconceitos, por nunca desistirmos de sermos quem realmente somos. Por resistirmos aos padrões inexplicáveis e lutarmos pelo fim desses. Por tentarmos mais uma vez. Quando dizemos ''Eu te amo''

O que eu quis dizer com tudo isso!(ponto de interrogação) (eu não sei colocar ponto de interrogação com este notebook abençoado). Bom, o que eu quero de verdade é dizer a você, que não importa o que te digam, você tem algo de bom, você faz algo bem, você pode fazer coisas maiores do que imagina... Seja com um texto bobo, não jogando lixo no chão, fazendo essas pequenas coisas que citei acima, sendo autêntico ou ainda, fazendo uma doação de um milhão de reais para a caridade. Você é excepcional. Nós somos excepcionais.

Um
Dois
.
.
.
Finitos doentes
Diferentes
Gerando caos
Cerrando punhos
Indagando a realidade
Sumiu do mapa
Da sanidade
Brotou no colo
Do moralismo
Morri e morri por essas causas
Sem consequências
Cacei na cova recompensa
Tracei na linha do horizonte
Uma vertical tangendo minha alma
Explicando minha calma
Justificando meu aborrecimento 

Não acredite no que dizem a você, 
nas piadas, no preconceito. 
Você é mais que meras palavras jogadas. 
Somos mais que palavras ao vento. 
Não acredite no olhar opressor, na testa franzida. 
Somos mais que caras feias. 
Não recue diante de uma porta fechada. 
Você é maior que a ignorância, que os olhos fechados. 
Somos mais que o passar direto.
Podemos mais juntos
Que S
       E
       G
       M
       E
       N
       T
       A
       D
       O
       S


 Me sentindo meio escritora de livro de auto ajuda e não estou muito bem com isso  
                                                                                                                                      
                                                                                                                                         Esther Lisboa

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